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A Arrelia do Quico

Agora, o Quico, vive noutra Esfera, sem arrelias ... mas, por aqui, todos nós continuamos filhos do Sol e amigos do Quico

Agora, o Quico, vive noutra Esfera, sem arrelias ... mas, por aqui, todos nós continuamos filhos do Sol e amigos do Quico

A Arrelia do Quico




Na Rota de Apolo, como o Vexiloide de Alexandre Grande



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Eras o gato mais lindo

Tu eras o mais lindo dos gatos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter. Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração. A tua Dona diz que foste tu que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Ticas continua a querer ser tal como tu eras. Eu penso que foste tu e a deusa Bastet que o colocaram no nosso caminho. Ele já esteve no teu sítio e ficas a saber que esta figura de gato, merece, tal como tu mereceste, tudo o que come. Ele tem a mania que é macaquinho e só quer andar ao meu ombro. É uma beleza o nosso Pilantrinhas.


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O Lince Ibérico corre perigo de extinção


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11
Nov12

Castanhas para Todos

Pilantras - o Quico morreu Quico, Ventor e Pilantras

A partir de hoje, sou eu, o Pilantras que digo algo no Blog do Quico

 

Hoje, neste dia de S. Martinho, de 2012, o Ventor perguntou-me se eu, o gato vira-latas, que ele, um grande chato, chama de Pilantras, era capaz de imitar o Quico e, por isso, sou eu, esse mesmo Pilantras, que vos vou desejar que, neste S. Martinho, todos tenham castanhas.

Eu nem sei o que isso é! Não sei eu mas sabia o Quico e o Ventor que me está a ensinar tudo, quer que eu seja exactamente como era o Quico!

O Quico não gostava de matar nada nem as larvas das castanhas mas, eu, um reles vira-latas, aprendi, mal nasci, a matar tudo. Por isso, se calhar, o Ventor nunca irá gostar de mim como gostava do Quico.

Mas, isso, serei eu que deverei aferir com o tempo.

 

 
Eu sou o tal vira-latas que tive a felicidade de entrar na casa do Ventor!
 
 

Tenho conversado por aqui com os amigos do Quico e do Ventor, como o Mr. Pingas, o grande cisne que chegou a encantar a Amadora, com o Tobias, o melro chato que nunca consegui apanhar e ainda bem que isso não aconteceu senão, o Ventor já me tinha matado!

 

 
Castanhas que o Ventor ajudou a comer ontem, véspera de S. Martinho. São castanhas destas que o Ventor gostava que todos tivessem neste mundo cão em que vivemos, como eu ouvia as pessoas dizerem quando eu era um gato vira-latas e caminhavam junto de mim, no jardim - Parque Aventura da Falagueira, na Amadora

 

Agora que caminho por aqui, ao lado do Ventor, como o seu amigo caminhava e já que ando a preparar-me para imitar o Quico e, como sei que o Ventor irá gostar disso, começo por, sendo o dia de S. Martinho, observar o que o Quico gostava que acontecesse com as castanhas e a água-pé mas, como sei que o Ventor ficou muito chateado quando perdeu o Quico, irei tentando animá-lo, como o Quico fazia e, comecei por iniciar a minha leitura das castanhas para todos. Mas fixei melhor o que o Ventor escreveu no ano de 2009, o ano em que perdeu o Quico, nos seus votos de Castanhas para Todos, como está aqui http://quicoarreliado.blogs.sapo.pt/86745.html. neste post.

 

 

A lenha estava preparada para assar as castanhas, como já tinha estado preparada para fazer o almoço num fogão de lenha, produto alemão, Made in China. Depois não querem que haja crise! Mas deixem lá que os alemães também vão conhecer o pão que o diabo amassou!

 

 

Preparar um dos braseiros para assar as castanhas. Serviu também para as senhoras mais friorentas aquecerem o rabo e afastá-lo da fresquidão orijanada pelas sombras das nuvens que passavam sempre que Apolo, o amigo do Ventor, se esquecia que ele andava por ali 

 

  

Aqui, como vêm, eles estão a assar castanhas mas já havia outras assadas e todos comiam, disse-me o Ventor

 

Hoje, fiquei só em casa enquanto alguém, imitando os votos do Quico e do Ventor, ofereceu as castanhas aos seus amigos e, entre esses amigos, estarão, certamente, o Ventor e a minha dona. Eles foram convidados para comerem, juntos, as castanhas, ali pela serra da Arrábida, com água pé de Palmela. Segundo o Ventor me contou, ficou encantado com aquele belo mundo de milhares de sobreiros, com as carrascas como aquelas que há pela sua bela serra de Soajo, com o tojo, ainda florido, com os medronheiros cheios de medronhos, com os porcos que caminharam pelo mato ao lado do Ventor.

 

 

Um barril com 50 litros de água-pé, feita com as belas uvas de Palmela. Diz o Ventor que era mesmo água-pé, não era nenhuma mistela como a que se arranja por aí

 

É um sítio que o Ventor não viu velhos amigos mas que sabe que ainda existem por lá, como raposas, texugos, ginetes, javalis e muitos outros da espécie alada, além de coelhos, muitos coelhos e perdizes.

 

Mas o Ventor foi lá, apenas para almoçar, comer castanhas e beber água-pé. Por isso, em vez de falar dos animais, como o Quico fazia e, como espero vir a fazer, hoje apenas falo das castanhas e da água-pé como o Quico faria.

 

 
Porquinhos pastando
 
O Ventor diz que quando caminhava, entre os sobreiros, deparou-se com esta clareira onde os porcos pastavam e ouviu um porquinho alarmado a dizer: "olhem, aquele gajo deve ter caído de cima de um sobreiro". O Ventor aproximou-se e eles aproveitaram para o convidar a pastar com eles! Depois apareceram os amigos do Ventor com os jipes e eles correram para junto do Ventor e gritaram juntos: "fugimos para onde tu fugires"!
 
 
Os porquinhos pediam ao Ventor para os acompanhar nas rapadas, tentando apanhar outras coisas que não bolotas. Mas o Ventor que já tinha andado quilómetros, resolveu deixar de pisar bolotas e foi lá para cima onde as castanhas já estavam a ser trincadas
 
 


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


22
Out08

As Castanhas e o Verme

Pilantras - o Quico morreu Quico, Ventor e Pilantras

O Ventor prega-me cada uma!

Vejam lá se ele não está maluco e, esquece-se que eu já estou velho para algumas destas brincadeiras!

 

E ainda por cima vê coisas que eu não vejo!

 

O nosso amigo Alex disse ao Ventor que lhe ia mandar, numa caixa, pelo correio, castanhas de Arouca, mas o Ventor esqueceu-se do lixo publicitário que se acumula na caixa do correio e, na sexta-feira, cerca do meio dia, viu dois ou três papelitos de publicidade e não ligou, deixando para mais logo, julgando que o homem do correio ainda não tinha passado.

 

À noite, quando regressou, tirou os papéis e, por baixo deles, estava o aviso dos CTT's para ir levantar a caixa das castanhas. 2ª feira de manhã, lá vai ele, zuca-truca, aos correios, a ver se trazia as castanhas para casa. A senhora dos correiros atendeu-o e perguntou-lhe se não era cedo para o magusto, uma vez que a caixa dizia que trazia castanhas!

 

 

A minha dona juntou as castanhas com as nozes

 

O Ventor explicou à senhora que, para o magusto, nunca é cedo demais e que um amigo lhe tinha mandado as castanhas de Arouca, via S. João da Madeira.

Até aqui tudo bem, o pior foi quando apareceu o verme!

 

O Ventor começou a abrir a caixa e sabem o que tinha dentro? Um verme!

Ora como a caixa ficou nos correiros o fim de semana, o verme, juntamente com os seus amigos, resolveu fazer uma festa e, para isso, disse-me o Ventor que o verme lhe disse que, a sua rapaziada precisava de se entreter pois não podiam ficar o fim de semana de braços cruzados à espera de seguna-feira. Por isso, disse ao ventor: "saí das castanhas, olhei os teus sapatos, vi que eram bonitos e apeteceu-me calça-los"! "Depois olhei a saca verde dos Yucas e apeteceu-me fazer um fato, como faltava o cinto e estava lá, peguei nele e apertei a cintura. Depois, com a calçadeira dos sapatos inventei uma espada. Diz lá que não pareço o Dartacão"?

 

 

Mas o Ventor olhou e gostou das flores que enviaram para a minha Dona

 

"Por isso, como tu és o Ventor e sabes que não fico com nada de ninguém, apenas vivo com umas castanhinhas, entrego-te tudo e, se me deixares vou ter com os meus".

 

Então o Ventor, limitou-se a perguntar-lhe se os gajos se divertiram bem e disse-lhe para pegar na tropilha dele e se porem a caminho, pois ia colocar as castanhas numa cesta ao sol e que o melhor era pirarem-se todos, pois se não se pirassem iriam rebentar como as próprias castanhas, quando elas tivessem o seu célebre encontro com o grande braseiro que serve de divertimento a Vulcano.

 

O raio do verme, nem pensou duas vezes! Mandou-se de cabeça pela varanda e depois, lá em baixo, utilizando uma linguagem de código, tipo batuques de guerra, começou a chamar os seus amigos. "Rapaziada venham daí, que o Ventor deu-nos umas tréguas"!

 

 

E, até para os vermes, onde há flores, há tréguas!

 

Foi assim que o Ventor começou a festa das castanhas este ano. Não são de Sintra, não são do Mesio, ... nem dos soutos da Várzea ou outros locais conhecidos do ventor, mas são castanhas de Arouca enviadas pelo nosso amigo Alex.

Mas o ventor quer é castanhas, não importa de onde!

Obrigado Alex.



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


O Ventor e o Quico no seu Miradouro




Diana ao encontro do Ventor na sua charrete


Cibele entre as estrelas ao encontro do Ventor


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