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A Arrelia do Quico

Agora, o Quico, vive noutra Esfera, sem arrelias ... mas, por aqui, todos nós continuamos filhos do Sol e amigos do Quico

Agora, o Quico, vive noutra Esfera, sem arrelias ... mas, por aqui, todos nós continuamos filhos do Sol e amigos do Quico

A Arrelia do Quico




Na Rota de Apolo, como o Vexiloide de Alexandre Grande



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Eras o gato mais lindo

Tu eras o mais lindo dos gatos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter. Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração. A tua Dona diz que foste tu que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Ticas continua a querer ser tal como tu eras. Eu penso que foste tu e a deusa Bastet que o colocaram no nosso caminho. Ele já esteve no teu sítio e ficas a saber que esta figura de gato, merece, tal como tu mereceste, tudo o que come. Ele tem a mania que é macaquinho e só quer andar ao meu ombro. É uma beleza o nosso Pilantrinhas.


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O Lince Ibérico corre perigo de extinção


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20
Jun11

Os Meus Amigos do Lugar do Sol

Pilantras - o Quico morreu Quico, Ventor e Pilantras

Os meus amigos do Lugar do Sol

Podem vê-los aqui.

 

 

 

O Messi e o Gastão, continuam encantados com a presença e as brincadeiras do Ventor

 

 

O meu amigo Rafinho, "o Branco", foi levado pelo Senhor da Esfera, para junto dos seus amigos, Quico e Rafinho "o Preto", ficando todos juntos no meio das estrelinhas

 

Os meus amigos no Lugar de Sol, continuam lindos, com excepção daquele que foi o primeiro deles, o meu amigo Rafinho "Segundo". Branquinho como a neve, no princípio, foi mudando um pouco para uns tons amarelados, mas a vida não lhe correu bem. O Vet não soube tratar dele, não conseguiu e, como calculamos, não deve ser nada fácil e o Senhor da Esfera acabou por o levar.

Deixou-me, como recordação, os belos diálogos que ele e o meu Quico travaram entre si e entre eles e o Ventor.

O Rafinho Primeiro, aquele que foi a minha jóia negra, e me acompanhou por 10 anos, foi uma coisa linda que nunca vou esquecer e, durante quatro anos convivi com essa beleza e com o Quico, o meu belíssimo gato.

 

Quando o Rafinho branco apareceu cá em casa e viu o Quico, foi logo ter com ele e o Quico disse-me logo : "donde apareceu este gajo? Se eu fosse parvo, dizia logo que o nosso Rafinho voltou pintado de branco para me enganar"! E lá continuaram amigos como se nada fosse. Não houve dia que eu fosse ao Lugar do Sol e viesse de lá sem ver esse meu amigo. Bastava falar-lhe e ele aparecia logo a correr ter comigo. Infelizmente, fiquei, há dias, sem esse meu grande amigo.

 

 

Mas o Ventor já tem novos amiguinhos! Eles nasceram no Lugar do Sol, sobre a porta da entrada da casa para, com uma pontinha de sorte, migrarem um dia, para os confins da África, de onde voltarão na próxima Primavera, à terra que os viu nascer, ficando, então, a conhecer a rota dos voos de seus pais

 

 

Esta andorinha que travou, um dia, um grande diálogo com o Ventor, pode muito bem ser o seu papá ou a sua mamã 

 

Mas já arranjei outros amigos (as). As andorinhas!

Apareceram duas no Lugar do Sol e disseram à Dona da casa que o Ventor lhes indicara o caminho para o sucesso. Chegaram, negociaram e construíram a sua bela casa sobre a porta de entrada dos seus senhorios.

"Sabes Tata, o ventor deu-nos a esperança de sermos aqui bem recebidas, por isso pedimos-te para construirmos a nossa casinha sobre a tua porta. Só tens que nos prometer que não nos fazes mal, a nós, nem aos nossos filhotes.

 

E assim tem sido. Lá estavam, há dias, os seus filhotes, de olhos regalados a observar o Ventor. Espero, apenas, que a família Gaspar os deixem em paz se caírem do ninho. Eles vão preparar-se para levarem mensagens do Ventor para os confins da África.

Mas, para o Ventor é sempre uma beleza caminhar pelo Lugar do Sol e observar os seus amigos, como podem ver nas fotos do link verde, em cima, colocadas no Shutterfly.

 

   

Nas suas caminhadas e brincadeiras pelo Lugar do Sol, o Messi e o Gastão, não deixam de pedir ao Ventor para estar, como eles, atento aos espaços abertos, em redor, onde saltitam os coelhos bravos, cantam as perdizes, arrolham as rolas bravas, vindas dos confins de África para animarem o Ventor e para escutar o voo silencioso da coruja, no meio dos arbustos, ali ao lado, a 50 metros

 



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


24
Abr11

Uma Caminhada entre Amigos ...

Pilantras - o Quico morreu Quico, Ventor e Pilantras

... no Lugar do Sol.

Não está o Quico, mas estou eu, o Ventor e, ontem fui dar uma caminhada entre amigos.

Amigos que me abraçaram, me beijaram (lambuzáram-me todo), correram atrás de mim, quase me despedaçaram a máquina que já está como eu, mas só caiu na relva. Sujaram-me todo com as patas molhadas, pois a chuva, ou a sua ameaça, ou a escuridão, foram companheiras dessa nossa bela caminhada.

Todos correram entre as flores a mostrarem-mas, apenas o meu amigo Gaspar que, segundo o seu Vet, terá uma tendinite, me acompanhou com calma. Ele é um Senhor cão, um senhor perdigueiro português que adora a sua casa e os seus amigos e nunca esquece o Ventor.

 

 

O Gastão e o Messi os dois rebentos do Gaspar e da Maria, que tiveram a sorte e a felicidade de ficarem com os papás babados e o Stick, no Lugar do Sol

 

 

Os meus amigos adoram caminhar comigo entre as flores e, até já o Gastão e o Messi, em cima, ficam contentes pois eles sabem que andaram ao colo do Ventor

 

Mostrou-me as flores do seu jardim, dos seus companheiros e dos seus donos. Caminhou bastante com a sua pata no ar mas, nunca desistiu! Agora, para sua sorte, além da Maria e do Stick, tem a acompanhá-lo o Gastão e o Messi, dois dos seus filhotes, novos amigos do Ventor e novos defensores da sua casa. Eles são autênticas maravilhas e, socialmente, melhores do que muitos dos homens que o Ventor vê nas TV's, abrirem as goelas, tal como eles quando ladram e que tanto falam no Estado Social. Esses, teriam muito a aprender com o Gaspar, a sua família e o seu amigo Stick.

 

 

 Até, já nas margens do caminho, as flores ou os seus sustentáculos se apressam a dar-me as boas-vindas

 

Mas isto não passou de uma caminhada. Mais uma!

Quase me apeteceu dar uma batida no galo do meu amigo Carlos porque lhe tirei umas 60 fotos e ele nunca tirou os olhos de mim. Creio que só em duas ele olhou para outros lados! Por isso, correr pelo campo abaixo, obrigá-lo a entrar no galinheiro e obrigá-lo a baixar a crista, foi o que me apeteceu mas não o fiz porque ele não passava de um galo ciumento e, pelos vistos parvo!

 

 

O galo do vizinho, nunca tirou os olhos do Ventor, nem quando tentava procurar o tritão que dá as boas vindas à minha chegada

 

Disse-me que a minha sorte era ele não ser como o pica-no-chão que me atacou duas vezes, depois atacou a dona e acabou por dar origem a um arrozinho de fricassé. E que, era apenas por isso que ele não me dava umas bicadas. Depois, quando me viu fazer a tentativa de entrar dentro do seu reduto florido, deu às de vila diogo e rumou a bom porto. Lembrei-me do Gil Vicente e do seu "quem tem farelos"! Afinal era o galo do meu novo amigo Carlos que, apressadamente, disse: "quem tem farelos sou eu e é para lá que me vou despachar".

 

 

A roda, o símbolo das velhas e das modernas civilizações. Ela presta guarda de honra a nossos antepassados. Foi sobre rodas que todos chegaram aqui. Por isso, penso eu, uma de madeira e outra de ferro, ambas, o cerne da apologia a todos os que até aqui caminharam. Se todos vermos bem, a roda, é e será, talvez a invenção mais útil da humanidade. Terá sido, dizem, inventada nos lugares por onde caminhou o meu amigo Nemrod, mas eu acho que é um instrumento que qualquer um podia inventar. Maiores dificuldades terão sido, onde e como aplicá-la! Aqui, por exemplo, esta de ferro, só serve mesmo para uma homenagem à sua presença no mundo, enquanto a outra, de madeira, em baixo, ainda deixou um espaço, no seu eixo, para o meu amigo pardal construir a sua casa 

 

Então fiquei na dúvida se ele julgava que lhe ia aos farelos ou se julgava que eu lhe levaria uma galinha para o tal arroz de fricassé.

Tudo acabou em bem e não houve batalha! Para além de tudo isso, estávamos a viver mais um sábado de aleluia e devíamos evitar qualquer escaramuça! Foi aí que regressei para os meus amigos caninos e o meu amigo Gil que, ao jantar, teve a amabilidade de se querer deitar no colo do Ventor.

 

 

 Também vou jantar Ventor! E lá saltou o meu amigo Gil para os seus tachos

 

 

Lá estava o pardal, sobre o telhado, pronto a mostrar-me a sua casa, por baixo, situada no eixo desta roda

 

Também o meu amigo pardal me mostrou a sua nova casa reconstruída sobre as ruínas da casa que construiu o ano passado e pediu-me para tirar algumas fotos aos seus ovos e aos seus meninos quando os tiver. E, foi assim que ficou combinado. Entretanto fez-se escuro, jantamos e sem delongas, rumamos a casa na esperança de novos encontros com todos eles, os cães, o Rafinho, as chinchilas, o Gil e, vamos ver como vai ser com os gansos e o galo do vizinho que não querem ninguém a bisbilhotar nos seus arredores.  



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia