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A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

 

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O Quico continua a observar-nos

Ele eras o mais lindo dos meus amigos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter

 

 

 

 

Quico o gato Companheiro do Ventor

Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração, a que vim a chamar Pilantras.

A tua Dona diz que foste tu e a deusa Bastet que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Pilantras continua a querer  ser tal  como tu eras.

Eu até acho que foste tu que lhe deste instruções para saber conviver comigo. Em muita coisa são muito parecidos. Pelo menos, tudo indica que sim.

Mas tu adoravas animais e ele não. Nunca me esqueço da tua luta para eu salvar o besouro a afogar na água entre os tronquinhos de bambu

 

Aqui estão as janelas da Grande Caminhada do Ventor

Os Amigos do Ventor ...

... e o Ventor,  não se abandonam.

O ano passado, pela Primavera, o Ventor viu um sardão ou lagarto, na serra da Mira. Pelos fins do Verão, encontrou o esqueleto de um lagarto igual a cerca de 200 metros e o Ventor pensou que perdera para sempre o seu amigo.

Há dias, o Ventor foi dar uma das suas caminhadas, lembrou-se do seu amigo e resolveu passar junto do seu casarão.  Lá estava ele sobre uma pedra a tomar banhos de sol, mas pelo sim pelo não, ele aproveitou bem o raspanete que o Ventor lhe tinha dado o ano passado por se expor tanto tempo perante hipotéticos inimigos. Num ápice sumiu para o interior do casarão.

No regresso, o Ventor voltou por lá e lá estava ele nos seus banhos. Deu oportunidade de o Ventor lhe tirar, com lentidão, cerca de 20 fotos, mas o ventor não via e disparou às cegas. Ele estava sobre a pedra de olhos fitos no Ventor e, se calhar, entretido a ouvir o som da máquina a disparar. Por fim, o Ventor chatiou-se de dar gosto ao dedo por não ver o sardão, pois estava camuflado por trás das ervas verdes e como era um pouco afastado, não via o sardão no ecrã. Das 20 fotos aproveitou 4, o que não foi nada mau, pois servem para nos entretermos, apesar do zoom apanhar as ervas e projecta-las sobre o sardão.

Olhem esta beleza!

Mas o sardão, não está só! Ele tem um vizinho a 200 metros que o Ventor viu ontem. Num ano, o Ventor viu três sardões numa área equivalente a um triângulo com 200 metros de lado. Um vivo, o esqueleto de outro e ontem outro vivo. Um em cada vértice desse triângulo!

Portanto, o Ventor  ontem arranjou outro amigo. O Ventor ia a passar num local, olhou em volta e disse para os seus botões: «um belo local para moradia de mais um lagarto». Nem respirou, pois à sua esquerda, um lagarto igual a este, bem rochochudo, pirava-se para a sua toca. Nem deu tempo para o Ventor lhe apontar a máquina. No regresso passou lá mas não o viu.

Mas trouxe flores, muitas flores! Uma máquina cheia de biliões de bits só de flores! Cpmo estas e muitas outras.

Aqui, o Ventor descobriu o red and white

Nestas flores, uma espécie de estevas (será?), cada flor era um campo de pastagem de miríades de insectos

E assim, a brincar, o Ventor andou Kms, fez ginástica que se fartou! Ah, não? Então experimentem! Se um dia tiverem os problemas que o Ventor tem com a coluna (espero que não), verão como é difícil ficar de gatas para tirar fotos rente ao chão. Foi um sobe e desce desenfreado. Então atrás das borboletas nem imaginem as vezes que ele flectiu os joelhos para lhes tirar fotos e sem conseguir.

Mas até parece que vos estou a contar novidades! O Ventor faz isto quase todos os dias!


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia