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A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

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O Quico continua a observar-nos

Ele eras o mais lindo dos meus amigos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter

 

 

 

 

Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração, a que vim a chamar Pilantras.

A tua Dona diz que foste tu e a deusa Bastet que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Pilantras continua a querer  ser tal  como tu eras.

Eu até acho que foste tu que lhe deste instruções para saber conviver comigo. Em muita coisa são muito parecidos. Pelo menos, tudo indica que sim.

Mas tu adoravas animais e ele não. Nunca me esqueço da tua luta para eu salvar o besouro a afogar na água entre os tronquinhos de banmbu


20.12.09

Protecção


Ventor e Quico

Hoje vou falar-vos de amigos. Amigos do Quico e do Ventor.

Quando eu falo aqui de protecção, neste caso específico, refiro-me à GNR. Quando passo junto à Escola Prática da GNR, ali por Queluz-Massamá, passei a olhar aquele local como uma zona de protecção.

Já o meu gato me dizia que, "se não fossem os GNR's e outros, se calhar, tu já terias ficado pelo caminho, e eu aqui, em casa, sempre à espera". 

Não sei se fazem o trabalho bem ou mal, não estou aqui para julgar ninguém, mas sei que sempre terão algum poder dissuasório sobre os que julgam que as estradas só foram feitas para eles.

Pois eu sei que tinha um gato inteligente, mas também sei que não há trabalhos perfeitos, nem mesmo os levados a cabo pela GNR.

Por exemplo: multar o meu carro, algures no Alentejo, onde ele nunca tinha estado e ainda, para mais, com seis passageiros, onde, até então, não tinham entrado mais que três e um gato. Mas enfim!

Bisnetas da Izabelinha na ribeira de Queluz

Agora vou falar-vos da outra protecção.

Algum tempo atrás, quando fazia uma caminhada no jardim de Queluz, onde passa a ribeira de Queluz, procurava saber, se ainda andariam por ali, os familiares da Izabelinha, a amiga do Quico.

Fiquei contente pois andavam por ali algumas, penso ter contado oito, mas era um local onde, nunca tinha visto mais de quatro patos. Nesse dia vi cerca de uma centena a tentarem apanhar o comer que lhe enviavam.

Um dos três grupos dos patos reais que apanhavam o pão que algumas pessoas que por ali passeavam, lhes iam enviando.

Uma centena de patos reais e um especialista no assunto, aposentado da Câmara, me deu uns lamirés sobre os dito-cujos e me falou da "menina da Malveira".

Então fiquei a saber o mais importante. Todos aqueles patos, muitos deles ou quase todos, eram selvagens e fazem a sua aparição pela ribeira de Queluz, onde as pessoas lhes vão dando de comer durante as suas passeatas.

Depois, quando eu levei o caso para o aspecto da segurança, pois por ali não haverá muita, veio a resposta.

O frenesim da apanha de pedaços de pão

"Pedem protecção"!

Achei piada à frase que ouvira e disse: «pedem protecção»?

"sim" - disse o tal senhor. "pedem protecção à GNR"!

«O quê? Á escola ali de cima»?

"Exactamente"!

"Ao aproximar da noite, eles dão por aí uns voos e zás, entram pela GNR dentro! Ali sentem-se seguros".

Pois, a mim, se o dito senhor falou verdade, nunca me tinha passado pela cabeça que eram uns belíssimos protectores de patos reais e não só. Parece que eles têm lá dentro um lago e os patos recolhem-se por lá, à noite. E eles lá sabem porquê!

"Olha lá, oh pato comilão! Um desses pedacinhos era para mim"! Dizia esta bisneta da Izabelinha

Só para terem uma ideia da desgraça destes animais, no mundo, recordo-vos só, que sobre o "minúsculo" território de Israel, uma das áreas de passagem dos patos reais quando dos seus movimentos migratórios, são mortos todos os anos, milhões de patos reais, nas caçadas.

Agora imaginem como será por esse mundo fora!

Se derem rédeas soltas, na morte aos patos reais, um dia, esses mesmos caçadores, colocarão os binóculos, escovilharão os céus e, então sim, ficarão a saber que deveria haver limite para a ganância.


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia

08.12.09

Tudo bem ...


Ventor e Quico

... com as minhas caminhadas oníricas, na esfera paralela!

Eu sei que o Quico continua a ser parte integral das belas caminhadas da deusa Bastet.

 

Imagem da deusa Bastet tirada da minha amiga Wiki, da autoria de Guillaume Blanchard. A utilização deste ficheiro é regulada nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 1.0 Genérica

Não era por acaso que, durante milénios, nos encontrávamos no Portal do Egipto quando deixávamos de habitar sob o tecto de Apolo ou quando a ele regressávamos. Ainda não vos falei noutros portais que nos permitem entrar e sair do Planeta Azul sempre que nos deslocamos para a esfera paralela onde caminham os espíritos dos que partem. Um dos grandes portais é aquele que dá acesso ao Vallala de Odin. Por lá, nunca encontrei o Quico porque, por lá não caberia a deusa egípcia, companheira do Quico nas caminhadas terrestres.

Falarei por aqui, mais tarde das entradas e saídas das Valquírias na pesquisa de guerreiros que um dia defenderão o Grande Vallala.

Por agora, limito-me a falar dos meus sonhos que me continuam a pôr em contacto com o meu Quico que sei ter atingido níveis de perfeição inacreditáveis para quase todos os seres humanos.

Descobri que, em volta da nascente que é a minha Parnaso - as Fontes - concentram-se os que o Senhor da Esfera tem como sendo os bons espíritos que caminharam por bem neste meu (nosso) mundo.

Entre outros, o meu Quico, o Mago Merlin, toda a minha gente, duendes, ninfas, musas,  ... todos eles fazem, comigo as nossas caminhadas oníricas, naquilo que eu achei, por bem, dar mais uma passada, chamando-lhe: Esfera Paralela. Existem todos esses espíritos que caminham entre os "deuses" e nos põem em contacto, uns com os outros, entre as Esferas.

Não é por acaso que o meu Quico está cada vez mais presente nas minhas caminhadas de sonhos a que passarei a chamar, as minhas caminhadas oníricas!

Pois foi! Desta vez, ele esteve comigo no local onde eu pensava sempre em enterrar o seu corpo, aquele corpo peludo que eu tanto acariciava, tanto afagava, tanto ... até posso mesmo dizer, adorava! Ali, observando o local, ele me disse que, em boa hora o levei para os montes que fizeram parte das mais belas das minhas caminhadas de sempre, talvez felizes porque eram caminhadas inocentes e, entretanto, acabou por me agradecer a luta na fronteira das Trevas e da Luz contra todos que se serviram de Marduk para provocar o Ventor.

Foi-me dando marradinhas e perguntou-me se, na realidade, não reconheci a espada que utilizei para cortar tanta cabeça!

Quando lhe disse que a encontrei dentro duma casa velha campestre, a primeira onde entrei depois de grande corrida, ele disse-me que foi o Merlin que partilhou o sonho comigo e foi a correr tentar obter o equipamento de combate de Sir Lancelot, mas não conseguiu e, então, conseguiu o equipamento de um templário e obteve do Rei Artur a espada Excalibur e a sua benção para a luta, recordando os tempos de Camelot.

O Merlin e o Rei Artur acreditaram que, o Ventor de todos os tempos, a Excalibur de tempos áureos e o espírito templário, seriam invencíveis no combate às forças das Trevas.

  

O Quico num dos seus momentos felizes 

«Por mim, disse-me o Quico, sinto-me muito feliz por partilhar contigo os trilhos da Luz e continuar a caminhar a teu lado».

Ao ouvir isto, reparei à minha volta, e já não estava no mesmo local, mas sim a quilómetros, no Alto de Facuque, a observar tudo à minha volta, inclusivé as Fontes. Ali tudo era uma festa e no meio da festa, andava o Quico, de rabo no ar, entre todos aqueles amigos, onde, mesmo junto à nascente, se encontrava o Merlin, deitado de costas, com as pernas traçadas e sorridente a perguntar ao Quico.

«Então Quico, deixaste o Ventor para trás»! 


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia