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A Arrelia do Quico

Agora, o Quico, vive noutra Esfera, sem arrelias ... mas, por aqui, todos nós continuamos filhos do Sol e amigos do Quico

Agora, o Quico, vive noutra Esfera, sem arrelias ... mas, por aqui, todos nós continuamos filhos do Sol e amigos do Quico

A Arrelia do Quico




Na Rota de Apolo, como o Vexiloide de Alexandre Grande



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Eras o gato mais lindo

Tu eras o mais lindo dos gatos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter. Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração. A tua Dona diz que foste tu que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Ticas continua a querer ser tal como tu eras. Eu penso que foste tu e a deusa Bastet que o colocaram no nosso caminho. Ele já esteve no teu sítio e ficas a saber que esta figura de gato, merece, tal como tu mereceste, tudo o que come. Ele tem a mania que é macaquinho e só quer andar ao meu ombro. É uma beleza o nosso Pilantrinhas.


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O Lince Ibérico corre perigo de extinção


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23
Jun06

Nova Vizinha

Pilantras - o Quico morreu Quico, Ventor e Pilantras

Vejam a aventura do Ventor com a nossa nova vizinha.

 

Hoje o Ventor foi à Repartição de Finanças comprar selos pata as viaturas e resolveu fazer novo teste. Ir a pé e sem bengala! Ele foi tratar do assunto e eu fui para o meu miradouro. De repente, ao preparar-me para o ver passar por baixo, vi o Ventor no meio do jardim a falar só e a tirar a máquina fotográfica velha. De repente começou a disparar sobre a relva! Aproximava-se de algo, parava e disparava, aproximava-se, parava e disparava e assim por diante. Ele não gosta de pisar a relva, mas desta vez, não quis saber da relva para nada!

 

Ele falava para a relva e ao chegar junto ao riacho, bateu palmas para espantar algo para longe dali. Ali, era a divisória da relva para a ribeira e o maior "matagal" da margem e lá seguiu perna em baixo, perna em cima, ao seu destino.

 

Ao chegar, vinha cansado de esperar nas Finanças. Não encontrou ninguém à sua frente, mas encontrou o sistema de cangalhas. Ficou encravado e diz que lhe dá vontade de rir a facilidade com que um nabo qualquer aparece na TV a dizer que a informática vai ser a mãe salvadora das desgraças burocráticas desta terra lusa.

Mas vamos falar da nossa nova vizinha! O Ventor perguntou à vizinha se já tinha mudado de camisa e ela, um pouco enfastiada, perguntou-lhe o que tinha ele a ver com isso.

 

 

A menina cobra, no meio da calçada, olhou o Ventor e não sabia que fazer à vida. Pediu licença ao Ventor e entrou na relva!

 

"Fizemos um trato, Ventor! Prometeste que não me fazias mal, mas porque raio te importas tanto em saber se já mudei de camisa"?

«Nada de especial», disse o Ventor. «Apenas tenho saudades de ter uma camisa vossa! Quando mudares de camisa, avisas-me»?

"Se isso te deixa feliz, posso te prometer que tentarei"!

 

 

Uma vez na relva, prosseguiu viagem, mas sempre orientada pelo Ventor

 

«OK! Adeus menina cobra»!

"Adeus, Sr. Ventor"!

A cobra voltou-se para trás e disse: "Sr. Ventor, se eu sobreviver a este inferno, pode ser que nos vejamos por aqui".

«Espero que sim», disse o Ventor.

 

 

Lá vai ela dirigida para onde o Ventor quer que ela vá!

 

Agora, com esta vizinha nova, o Ventor ficou todo contente, mas não acredita muito que ela, por ali, tenha uma vida longa. Não por não ter comer! Há ratinhos pequeninos, rãs e sei lá que mais. Diz o ventor que é uma cobrinha que não faz mal a ninguém. Não é venenosa, é pacífica, ... mas, na verdade, quando o Ventor vê uma cobra, mesmo sabendo que ela é pacífica, parece-lhe que acaba de entrar noutro planeta, onde o seu corpo, fica automaticamente em alerta máximo! Como será com os outros?

 

 

Agora vai entrar no mato da margem da ribeira. Na ribeira ela tem rãs. Vão ter de lutar pela vida. Foi assim que o Senhor da Esfera quis. Mal, mas quis e ele pode!



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


20
Jun06

Os sardões

Pilantras - o Quico morreu Quico, Ventor e Pilantras

Os sardões, diz o Ventor, são animais fabulosos. Eu entretenho-me a vê-los aqui nas fotos e basta-me o que o Ventor me diz sobre eles. O Ventor e o nosso amigo Belmiro de Braga, que teve a amabilidade, de nos enviar um sardão de Soajo.

 

Assim o Ventor ficou a saber que, pelas suas Montanhas Lindas, continuam a haver sardões e faz-nos acreditar que o homem, dito animal racional e os outros animais, ditos animais irracionais, afinal, são todos filhos do Senhor da Esfera. Como diz o Ventor, fomos todos feitos na mesma oficina!

 

Agora meditem nisto. Uma vez escrevi, algures por aqui, uma história que tinha por título, o "Abraço de um Amigo". Esse amigo chamava-se Christian e, por acaso, era um leão. Poderia ser outro animal dos muitos que temos visto na vida ou pela Net. Esse amigo Christian e este amigo, o sardão de Soajo, não precisaram de ser chicoteados para serem amigos do homem. O Christan, ao lusco-fusco, fez uma grande corrida na selva, onde lhe quiseram retribuir o estatuto de selvagem, para abraçar aquela que tinha sido sua dona, até um ano antes e que desde essa altura não vira mais.

 

O sardão de Soajo, como se pode ver pela foto do nosso amigo Belmiro, apenas quer que o deixem  em paz e se participarem com um bocadinho de algo que ele aprecie para lhe facilitar a vida, ainda melhor! Apenas estas duas passagens, como muitas outras, nos indiciam que os animais são nossos amigos e que não custa nada que nós sejamos, também, amigos deles.

 

Enquanto o Ventor e a minha dona têm tratado do nosso amigo Branquinho, há pessoas que acham louvável a atitude deles, mas outras, na sua coscovilhice, a única coisa que sabem fazer na vida, só dizem mal deles. Só que eles esquecem-se de uma coisa, quanto mais se cosculha, pior é. Seria mais fácil falarem claro e em voz alta!

 

Mas vou-vos falar dos meus amigos sardões ou lagartos se preferirem. O Ventor andava há anos a ver se via um lagarto e este ano teve a sorte de encontrar um. Dias depois, encontrou, junto à toca do lagarto um camião ou parte dele, de rodas para o ar. Exactamente no sítio onde o Ventor esteve a tirar a foto. Nem nas suas tocas, por mil e umas peripécias, os lagartos estão bem.

 

 

Este é o lagarto que o Ventor encontrou na serra da Mira

 

 

Este é o lagarto de Soajo que o nosso amigo Belmiro nos enviou

 

Digam lá que estes dois não são uma maravilha? Digam lá que não gostariam de dar um bocadinho de fruta ou de carne a um destes lagartos?

Os dois apreciam o seu mundo envolvente.

O da serra da mira, certamente, achou que o Ventor era um intruso na sua vida, no seu habitat. Mesmo assim, teve curiosidade de o mirar melhor e depois de entrar na toca veio espreitar o intruso e o intruso obteve aquilo que queria. Tirar-lhe uma foto e deixar-lhe um olá especial.

 

O de Soajo, adaptou-se bem, aos "intrusos", ou até poderá considerar-se "intruso", ele próprio. Afinal os seus amigos partilham com ele o bem estar sob a tenda do nosso amigo Apolo.

Eu apetecia-me brincar com eles!



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


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