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A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

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O Quico continua a observar-nos

Ele eras o mais lindo dos meus amigos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter

 

 

 

 

Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração, a que vim a chamar Pilantras.

A tua Dona diz que foste tu e a deusa Bastet que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Pilantras continua a querer  ser tal  como tu eras.

Eu até acho que foste tu que lhe deste instruções para saber conviver comigo. Em muita coisa são muito parecidos. Pelo menos, tudo indica que sim.

Mas tu adoravas animais e ele não. Nunca me esqueço da tua luta para eu salvar o besouro a afogar na água entre os tronquinhos de banmbu


15.01.06

Dia de Festa


Ventor e Quico

O Baptizado da Maria Teresa Vou falar-vos da festa da Maria Teresa. O ventor está para aqui a despedaçar s fotos e eu conto-vos a história.

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Quando o Ventor entrou, a Maria Teresa topou-o logo

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Depois foi entregue ao Senhor da Esfera

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E onde há luz, tem de haver flores Ontem a Maria Teresa foi baptizada. Um ano e três dias depois foi consagrada pelo Senhor da Esfera e saiu pelo seu próprio pé. Ou melhor, segundo o Ventor, saiu ao colo da mãe e depois desceu as escadas com ajuda, mas ao apanhar-se no pátio, fez um gesto e disse: «deixem-me caminhar, deixem-me caminhar»!

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E diz o Ventor que caminhou! Caminhou sorrindo para a mãe, para o pai, para os avós, para o Ventor e para todos que a rodeavam. Caminhou olhando o sol desse seu belo dia e caminhou sobre os sorrisos de todos que quiseram e puderam estar presentes como testemunhas destes seus primeiros passos. Será que se lembrou de mim?

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Mas a Maria Teresa fez mais do que isso. Sorriu ao receber a luz e chorou as tristezas do Mundo, mas eu acho que ela já sabe que, como diz o Ventor, nesta vida nada vai ser fácil e que, cada passada que damos deve ser bem ponderada, estudada e apreciada. Tudo isso faz parte da nossa caminhada.

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Ela sabe como se está bem nos braços do Ventor

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ou nos braços da minha dona Os seus amigos estiveram presentes e ela foi sorrindo e foi-se resignando com as travessuras que foi apreciando toda a tarde até ao cair da noite escura. Foi uma tarde de festa e esta foi a primeira festa que a Maria Teresa deu aos seus amigos. Eu aprecio o rescaldo.

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Com um ano, ela já observa os que caminham a seu lado e eu notei que ela já sabe bem quem quer que a acompanhe, apesar de ser muito bem dada. É simpática e dá-se com toda a gente mas quando em companhia de gente que quase nunca vê, repara nos seus, afastados, e sorri. Sorri ao ver a mãe, o pai, os avós, o Ventor e a minha dona deambular perante os seus amigos. Ela olha e sorri! E se tem oportunidade, estica os braços e diz com os olhos: «leva-me» ou «não te esqueças de mim»!

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Mas o cansaço chegou Por isso, vamos aos bolos

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Então e um bocadinho de espumante? Porque não!

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Depois da experiência, cada copo que via passer, alarmava-a

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Os jogos continuaram

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E até houve quem preferisse o isolamento!

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Estes divertiam-se à sua maneira. São Trigémios, amigos do Tomás. O João, o Gonçalo e a Maria. Os pais esperavam um e sairam-lhe três. Foi um jackpot. Mas a noite chegou e o melhor era retirar, pois há limites para tudo .

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Mas antes, o Ventor ainda deitou uma olhada em redor e pensou que a Marta, se o Senhor da Esfera o permitir, é a flor que se segue. Ela também foi ao baptizado da Maria Teresa.

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E o boneco deixou de apreciar as brincadeiras. Ficou só!

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Mas para o Ventor ainda não tinha acabado a festa. Por isso, ainda foi visitar os seus amigos que tiveram uma vida atribulada e agora vivem naquilo a que chamarão o céu.

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Ele ainda viu o Francisco enrolar-se com a sua amiga antes da deita que o dia for a árduo

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E o cansaço convenceu-o mas ainda não o venceu

 

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E eis o momento da preguiça


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia

12.01.06

Um aninho


Ventor e Quico

A nossa Maria Teresa fez ontem um aninho. Como sempre, o Ventor tirou-lhe uma catrefa de fotos!

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Rabuscar nos boracos É lindo ver as crianças crescerem e fazerem-se gente. Eu só vi crescer a Joana e posso dizer que cresceu ao meu lado até aos cinco anos. Agora, já uma mulherzinha, a escola roubou-ma. Passamos poucas horas juntos por dia e nem sempre, mas continuamos a ser grandes amigos.

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Cicerone dos cantos da casa para o Ventor Ao Tomás e à Maria Teresa só vejo quando vêm cá a casa, mas o Ventor e a minha dona não os perdem por nada sempre que podem.

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Tomás o reguila Ontem houve um bolo. O primeiro bolo de anos da vida da Maria Teresa. Claro que o passarão foi o encanto do Tomás que mal o Ventor entrou lá em casa, disse-lhe logo: Ventor, temos bolo!!!! Bolo de anos, claro! Muito gosta a criançada de fazer anos em frente de um bolo. Diz o Ventor que, quando era pequeno, nunca teve nada disso.

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O célebre bolo

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A Maria Teresa e a minha dona Estou a escrever sobre o primeiro aninho da Maria, mas não consigo esquecer a tristeza da Sandra ao perder a sua Mónica. O Senhor da Esfera foi muito mau para ela! Que contes muitos anos Maria Teresa, sempre espevitada a observar o Ventor e o seu brinquedo preferido, uma máquina preta.


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia

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