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A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

A Arrelia do Quico

Somos todos filhos do Sol e amigos do Ventor

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O Quico continua a observar-nos

Ele eras o mais lindo dos meus amigos. Eras o mais belo companheiro que qualquer pessoa gostaria de ter

 

 

 

 

Hoje tenho outro companheiro, amigo do coração, a que vim a chamar Pilantras.

A tua Dona diz que foste tu e a deusa Bastet que o enviaste para nós. Parece que o nosso amigo Pilantras continua a querer  ser tal  como tu eras.

Eu até acho que foste tu que lhe deste instruções para saber conviver comigo. Em muita coisa são muito parecidos. Pelo menos, tudo indica que sim.

Mas tu adoravas animais e ele não. Nunca me esqueço da tua luta para eu salvar o besouro a afogar na água entre os tronquinhos de banmbu


27.08.05

Amigos do Ventor


Ventor e Quico

Estes são três novos amigos do Ventor.

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O Rex

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O Bobi - vejam o Zé comparado com ele!

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O Kaiser

O Ventor viu-os hoje pela 1ª vez, embora já há tempos que ouvia falar deles. Os seus donos convidaram a minha Dona e o Ventor e mais família para uma sardinhada e eles deram um jeito neste sábado e foram até Monte Godel. Diz o Ventor que se sente bem no seio do seu povo e ainda melhor quando esse povo trata bem os seus bichos. O Rex já está cego. Já era para ter sido abatidpo pelo veterinário, mas o dono pensou duas vezes e concluiu que aquele "menino" cachorro que há anos entrou no seu convívio, merecia melhor sorte. Para o que fazia, podia continuar a viver. Ele é um guardião do seu mundo. Não vê mas cheira e ladra. Está preso, pode comer e beber, e não havia razão para ir atrás do conselho do veterinário!

O Bobi é uma meiguice de cão. Já um pouco velhote. Mas apesar de ser meigo, já extripou um cãozinho mais pequeno, por ciúme. O mundo é assim e cada uma das cabeças das pessoas abarca um determinado mundo, maior ou menor conforme o caco. Nos animais é a mesma coisa! Espero nunca fazer isso a um gatinho pequeno.

O Kaiser, de momento, é o Rei ou, se preferirem, um autêntico Imperador, uma autêntica sentinela, um senhor cão. Está ali à entrada e dorme no meio do caminho. Ninguém passa sem os donos dizerem que sim! Uma beleza de cão. O Rex e o Kaiser já andaram perdidos cerca de um mês e até já estiveram para ir alimentar a bicharada do Jardim Zoológico! Felizmente que o dono conseguiu saber deles e salvou-os no último dia.

Sabem porque isso aconteceu? Coisas de cães! Um dia o Rex lembrou ao Kaiser que já era um "homem cão" e que estava farto de estar preso e que lhe apetecia ir às "meninas cachorras". Para isso, tinha de fintar o dono! O Kaiser achou que o Rex tinha razão e resolveram partir. Quando se arrependeram já era tarde. Os dois resolveram soltar-se e partir "para as noites", à conquista de um mundo novo e das belas "meninas"! Pois como calculam, nem só de pão vive o cão! Vadiaram, vadiaram, vadiaram ... e perderam-se! Foram apanhados por uns "pinamaniques" que há pora aí e só choravam com vontade de regressar a casa. Felizmente tudo se resolveu.

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Belíssimas sardinhas, segundo o ventor Hoje veio a sardinhada, conversaram muito com o Ventor, contaram-lhe parte da sua vida e ficaram amigos.

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Já imaginaram o Ventor a comer uma sardinhada com um local destes e muito mais, por fundo? Ele falar-vos-á desta sardinhada na sua Caminhada.


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia

25.08.05

O Sebastião ...


Ventor e Quico

... como o Ventor viu hoje num jornal, perdeu-se junto da Academia Militar, na Amadora.

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Esta é a foto publicitária. A outra foto foi o Ventor que encontrou à porta de um café no Borel-Amadora. Vejam se descobrem o Sebastião perdido por aí. Muitas vezes os cães ou gatos perdidos encostam numa esquina à procura de comer e água e serão esses dois factores, muitas vezes, a empurrá-los para longe. O Sebastião pode andar à procura de comer e cheio de medo, pode ter sido apanhado por alguém cheio de boas intenções e, como muitas vezes acontece, pode ter sido atropelado. Espero que não lhe tenha acontecido o mesmo que ao meu amigo Rex. Ontem, o Ventor, a minha dona e a avó do Tomás, encontraram esta beldade, em Alfragide.

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Um verdadeiro amigo

Claro que não denunciava ainda a hipótese de estar perdido, mas tinha sede, pelo menos! Deram-lhe água que levavam no carro. Meteram a água num saco de plástico e bebeu à mão. Depois a minha dona foi-lhe comprar um queque que ele comeu como um senhor cão. Ficou deitado na relva, à sombra, e o Ventor estranhou porque nunca o viu por ali e o meu amigo Zé que também anda por ali a passear a mais a avó do Tomás, nunca o viram.

Pensaram na hipótese de ser dos homens de uma obra, ali perto, mas hoje o Ventor andou por lá e já não o viu.

Não abandonem os animais! Os cães e os gatos são os melhores amigos que os humanos podem ter, bem como todos os outros bichinhos. Ainda não vos falei do amigo do Ventor e do pombo? Quando o dono chegava travavam um combate! Um dia, já velhote, esperou que o dono viesse para travarem um último combate e morreu-lhe na mão. Esse pombo via o dono uma vez por semana ou de 15 em 15 dias ou nas férias e quando o dono chegava era sempre o primeiro a recebê-lo e partia para um combate que durou anos. Mas como há sempre uma primeira vez par tudo, também há uma última. O dono fartou-se de chorar pelo pombo, um amigo que lhe voou para a mão onde tombou para sempre!


O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia

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