... com as minhas caminhadas oníricas, na esfera paralela!

 

Eu sei que o Quico continua a ser parte integral das belas caminhadas da deusa Bastet.

 

 

Imagem da deusa Bastet tirada da minha amiga Wiki, da autoria de Guillaume Blanchard. A utilização deste ficheiro é regulada nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 1.0 Genérica

 

Não era por acaso que, durante milénios, nos encontrávamos no Portal do Egipto quando deixávamos de habitar sob o tecto de Apolo ou quando a ele regressávamos. Ainda não vos falei noutros portais que nos permitem entrar e sair do Planeta Azul sempre que nos deslocamos para a esfera paralela onde caminham os espíritos dos que partem. Um dos grandes portais é aquele que dá acesso ao Vallala de Odin. Por lá, nunca encontrei o Quico porque, por lá não caberia a deusa egípcia, companheira do Quico nas caminhadas terrestres.

 

Falarei por aqui, mais tarde das entradas e saídas das Valquírias na pesquisa de guerreiros que um dia defenderão o Grande Vallala.

Por agora, limito-me a falar dos meus sonhos que me continuam a pôr em contacto com o meu Quico que sei ter atingido níveis de perfeição inacreditáveis para quase todos os seres humanos.

 

Descobri que, em volta da nascente que é a minha Parnaso - as Fontes - concentram-se os que o Senhor da Esfera tem como sendo os bons espíritos que caminharam por bem neste meu (nosso) mundo.

Entre outros, o meu Quico, o Mago Merlin, toda a minha gente, duendes, ninfas, musas,  ... todos eles fazem, comigo as nossas caminhadas oníricas, naquilo que eu achei, por bem, dar mais uma passada, chamando-lhe: Esfera Paralela. Existem todos esses espíritos que caminham entre os "deuses" e nos põem em contacto, uns com os outros, entre as Esferas.

 

Não é por acaso que o meu Quico está cada vez mais presente nas minhas caminhadas de sonhos a que passarei a chamar, as minhas caminhadas oníricas!

Pois foi! Desta vez, ele esteve comigo no local onde eu pensava sempre em enterrar o seu corpo, aquele corpo peludo que eu tanto acariciava, tanto afagava, tanto ... até posso mesmo dizer, adorava! Ali, observando o local, ele me disse que, em boa hora o levei para os montes que fizeram parte das mais belas das minhas caminhadas de sempre, talvez felizes porque eram caminhadas inocentes e, entretanto, acabou por me agradecer a luta na fronteira das Trevas e da Luz contra todos que se serviram de Marduk para provocar o Ventor.

Foi-me dando marradinhas e perguntou-me se, na realidade, não reconheci a espada que utilizei para cortar tanta cabeça!

 

Quando lhe disse que a encontrei dentro duma casa velha campestre, a primeira onde entrei depois de grande corrida, ele disse-me que foi o Merlin que partilhou o sonho comigo e foi a correr tentar obter o equipamento de combate de Sir Lancelot, mas não conseguiu e, então, conseguiu o equipamento de um templário e obteve do Rei Artur a espada Excalibur e a sua benção para a luta, recordando os tempos de Camelot.

 

O Merlin e o Rei Artur acreditaram que, o Ventor de todos os tempos, a Excalibur de tempos áureos e o espírito templário, seriam invencíveis no combate às forças das Trevas.

 

  

 

O Quico num dos seus momentos felizes 

 

«Por mim, disse-me o Quico, sinto-me muito feliz por partilhar contigo os trilhos da Luz e continuar a caminhar a teu lado».

 

Ao ouvir isto, reparei à minha volta, e já não estava no mesmo local, mas sim a quilómetros, no Alto de Facuque, a observar tudo à minha volta, inclusivé as Fontes. Ali tudo era uma festa e no meio da festa, andava o Quico, de rabo no ar, entre todos aqueles amigos, onde, mesmo junto à nascente, se encontrava o Merlin, deitado de costas, com as pernas traçadas e sorridente a perguntar ao Quico.

 

«Então Quico, deixaste o Ventor para trás»! 

 



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 19:29