O João Maria nasceu sob os auspícios do meu amigo Apolo e nasceu observador.

Porquê o João Maria?

 

 

 

O João Maria deu uma grande espriguiçadela, talvez a pensar como iria enfrentar o paparasi chamado Ventor

 

Porque o João Maria é o novo companheiro da Joana.

Lembram-se da Joana? A Joana era, em tempos, a nossa companhia, minha, do Ventor e, com toda a certeza, de nós todos. Depois veio a escola e a escola modifica tudo. Roubou-nos a Joana. Agora a sua assiduidade, por aqui, tornou-se muito longínqua.

 

 

Podem ver aqui mais fotos do João maria

 

Mas, com a nova companhia do seu maninho, mais longínqua se tornará. A Joana ainda mantém por aqui grande parte dos seus brinquedos. A sua mesa de trabalhos, a sua cadeirinha, os seus bonecos e outras coisas que o seu avô lhe trazia para ela se entreter. O Ventor diz que tudo isto faz parte de um pedacinho da nossa história. Sim, porque isso já é história.

 

Agora a Joana terá outros entretenimentos. O seu irmão vai substituir os seus bonecos. Este novo boneco chora a sério, vira os olhos para ela a sério e será uma companhia mais a sério.

O que o João Maria não sabe é onde se veio meter! 

 

 

Depois decidiu reforçar ao lanche, pois é assim que o Ventor faz para enfrentar tudo

 

Provavelmente, não terá a vidinha que teve a Joana, rodeada de todos com tanto carinho, até por mim. Era eu que chamava a sua visavó quando ela acordava a chorar e lhe perdoava quando me puxava o rabo.

 

Agora a visavó não vai ser capaz de tomar conta do João Maria, como tomou da Joana, e as coisas vão complicar-se um pouco, mas o senhor da Esfera não deixa nada ao acaso!

Por isso, daqui do meu miradouro, só posso imaginar o João Maria a brincar, noutros jardins, com a sua maninha e pedir ao meu amigo Apolo, para o proteger sempre que o Ventor não esteja.

 

 

O João Maria é o novo boneco da Joana

 

Irei falando, por aqui, do João Maria, não tanto como falei da Joana, durante os últimos anos mas darei notícias. Espero!

 



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


sinto-me:
publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 22:44