O Zé, como já sabem é meu amigo, embora nos olhemos por baixo da burra! Afinal, aqui em casa, quem manda sou eu! Sei que o Zé foi para o Alentejo com o Ventor e os meus amigos, os seus donos e veio para o pé de mim vangloriar-se que andou num barco do tipo dos fuzileiros. Eh! Eh! Assim como este!

 

 

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O Zé contou-me que andou todo contente, neste barco, por aquelas reentrâncias da albufeira de Stª Susana e que o Ventor andava pelas margens no meio das aves de rapina, como águias e tecelões e que ninguém o arrastou para o barco, porque não foi talhado para fuzileiro, foi talhado para voar e por isso, as suas companhias seriam as aves de rapina, as cegonhas e a passarada.

Entretanto, o meu amigo Zé foi com o Ventor e ao regressar, o barco tinha partido para mais uma das suas peregrinações, albufeira dentro, e vejam no que acabou! Como tinha deixado ali o barco, pensou que ele tinha ido ao fundo e desatou à procurá-lo dentro de água.

 

 

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O Zé à procura do barco!



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


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publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 23:39