O Ventor qualquer dia não me liga. Aparece com cada coisa! Olhem esta beleza! Alguém sabe como se chama? Será uma das espécies de "bicos de lacre"?

 

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Digam lá que não é lindinho?

 

Está um pouco ampliado e segundo o Ventor disse, quase o pisou. Ele andava em volta das suas pernas e acabou por pegar nele. Voltou a colocá-lo no chão e ele, armado em pimpão fugiu para cima de uma pequena árvore. Quando o Ventor lhe quis tirar uma foto sobre a árvore ele, do contra, voltou para os pés do Ventor. O Ventor fez-lhe uma festa e ficou a vê-lo comer. Parecia esfomeado. Penicava em volta das pedras, das folhas secas, na terra... Ao vê-lo comer tão bem, o Ventor disse-lhe que estava safo. Agora só precisava de se cuidar com os inimigos.

 

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Olhem como ele se safa!

Quando o Ventor voltou a fazer uma tentativa para o apanhar, testando a sua capacidade de defesa, ele pirou-se sempre, mas sempre por perto. "Agora não quero que fujas de mim, quero que fujas da água do rio. Os teus pais devem estar por aí a apreciar a tua conduta e certamente estão a gostar. A partir de agora, passas a fazer parte do rótulo dos meus amigos, mas amigos a valer, ok? Agora o Ventor anda aqui de volta das fotos desse gaijinho, até parece que são pepitas de ouro. É o que eu digo. Qualquer dia não me liga!



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


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publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 23:09