Bolas, que este é quase do meu tamanho! Vejam lá se o Ventor se lembra de trazer o rato em vez da foto do rato! Para vosso conhecimento, este rato não estava só. Tinha todo o clã com ele. Todos fugiram mas este parou para dialogar com o Ventor! O Ventor acha que era o chefe, pois só o chefe pode dialogar com os humanos.

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A ratazana

 

A piada é que os ratos proliferam por ali e os patos bravos, amigos do Ventor, têm de conviver com eles. O Ventor diz que alguns dos patinhos que foram nascendo neste ribeiro foram desaparecendo quando ainda pequeninhos, e deve ser uma luta de titã a sua mãe defendê-los desta bicharada, chamada ratazanas!

 

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Patos que estavam a dormir a sesta

 

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Nadando acompanhando o Ventor em terra

 

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Subindo a corrente da seca para continuarem a ver o Ventor a seu lado

 

Estes são amigos do Ventor. O Ventor acompanha-os desde que nasceram e a sua mãe os escondia toda atarefada. Depois conviveram sempre. O Ventor nas suas caminhadas, sempre que podia, fazia uma visita aos seus amigos. Estes são os chamados patos reais. O pai destes meninos sumiu já há algum tempo. O Ventor nunca mais o viu mas a sua mãe foi uma heroína.

São criados na vida selvagem, mesmo às portas de Lisboa.

As galinhas d'água desapareceram. Pelo menos o Ventor não as tem visto. No grupo das galinhas d'água havia uma pedrez! Será que há por aí caçadores furtivos?

Parece impossível que ande por aí tanta gente a fazer mal a estes bichinhos tão lindos.



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


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publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 01:09