Encontrei, aqui, nos rascunhos “néticos” do Ventor, uma pequena poesia e, conhecendo o Ventor muito bem como conheço, e sendo amigos como somos, resolvi colocá-los aqui para os nossos amigos. Espero que ele não se zangue comigo!

Além disso, sabendo eu que o Ventor tem andado arredado deste nosso cantinho, devido a uma terrível dor na coluna lombar e que sofre serenamente tanto quanto lhes cabe, sei também que ele sente a dor desaparecer quando os meus olhos azuis o fixam e demonstram o quanto sofro com ele, acho que está na hora de ser eu a dizer algo por aqui.

Eu e o Ventor achamos por bem falar aqui de tudo um pouco, mas falar sobretudo dos nossos amigos animais, que tanta gente tão mal trata e que tão poucos se preocupam com eles. Mas se eu tenho por companhia os meus amigos muito próximos como a Joana, o Tomás, a Maria e poucos mais, ouço o Ventor falar de todas as crianças desprotegidas e apesar de ser gato, sei muito bem quanto poderão sofrer longe dos meus olhos tantas dessas crianças pelas agruras que a vida reservou a si e às suas famílias e pelas quais, tanto na Paz como na Guerra o Senhor da Esfera deitou ao abandono não lhes reservando alguma das Suas benesses divinas.

Esta pequena poesia, serve apenas para recordar como eu e o Ventor estamos atentos ao trabalho do nosso amigo Gatsby e o amor de alguns pelas crianças que sofrem de cancro e às quais uma associação dos pais de crianças com cancro, e alguns voluntários e amigos, tentam mitigar o sofrimento das famílias, fundamentalmente, os pais e os filhos.

Os meninos do Gatsby

Para os meninos do Gatsby, com um abraço do Ventor

Meninos do Mundo, de coração aberto,

Dilacerado pela tristeza que o apoquenta,.

Ainda um dia vai ser descoberto

O mal, na flor do bem, que o arrebenta.

 

Doença macabra onde graça a tristeza,

Que os homens esperam vir um dia debelar.

De dia e de noite com toda a certeza,

Os deuses do amor a irão derrotar.

 

Por agora, só nos resta a impotência,

E grandes vontades que nos rodeiam por aí

Mais a esperança que colocamos na ciência

E o amor dispensado p’lo amigo Gatsby.

 

Isso tudo, mais a Esperança no Senhor,

E a vontade de outros homens de bem,

Fica aqui um chi-coração do Ventor

Para todos, os pais, e o Gatsby também.

 

Para aqueles que não conhecem a ACREDITAR, deixo-vos aqui um link para esta janela onde o amor aquece as almas desesperadas.

É uma forma de prestar homenagem à gente boa que procura ajudar as crianças que sofrem de cancro e as suas famílias.



O Quico também sonhou ao lado do Ventor. A vida solitária e nefasta dos seus amigos que observava do seu Miradouro, foi sempre, a sua grande arrelia


publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 00:54